O fim da mobilização na maior parte do País foi apontado como o principal motivo para o retorno das atividades
Após
dez dias de greve, o Sindicato dos Bancários do Ceará (Seeb/CE) votou,
em assembleia feita na noite de ontem, pelo fim da paralisação no
Estado, nos bancos públicos e privados. O fato de a greve já ter chegado
ao fim, na última quarta-feira, na maior parte do País foi apontado
pelo sindicato como o principal motivo para o retorno das atividades. A
partir de hoje, os bancos retornam, com expectativa de intensa
movimentação, por conta da proximidade do fim do mês.
Na manhã de ontem, parte dos bancos privados voltou a abrir as portas Foto: Marília Camelo
"Como
a greve já tinha acabado em quase todos os estados, entendemos que,
aqui, não teria força sozinha", disse o presidente do Seeb/CE, Carlos
Eduardo Bezerra, após a assembleia. De acordo com Bezerra, menos de 5%
dos 500 bancários presentes à assembleia votaram pela continuidade da
mobilização.
Conforme o presidente, as propostas anteriormente
apresentadas pelas instituições foram aceitas, com a inclusão do dia de
ontem na cláusula de compensação dos dias não trabalhados. Ele informou
que a compensação se dará através de no máximo duas horas extras por
dia, até o dia 15 de dezembro.
Propostas
A
proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) prevê reajustes de
7,5% do salário e de 8,5% do piso salarial. Além disso, o piso do caixa
passará de R$ 1.900,00 para R$ 2.056,89.Já o vale alimentação mudará de
R$ 339,08 para R$ 367,92, enquanto o vale-refeição, antes de R$ 19,78,
irá para R$ 21,46 por dia. Há também pontos específicos em propostas
para cada instituição financeira.
Na manhã de ontem, os bancários
de Fortaleza haviam voltado parcialmente ao trabalho, gerando certa
confusão para os clientes. Conforme o Seeb-CE, do total de 484 agências e
25 unidades de atendimento do Estado, 277 aderiram à paralisação ontem.
No pico da adesão, 354 unidades haviam parado.
Expectativa
Ontem,
enquanto os bancos públicos permaneceram sem expediente, parte dos
bancos privados voltou ao trabalho normalmente, o que acabou despertando
a expectativa de pessoas que desde o último dia 18 tinham assuntos para
resolver.
Foi o que aconteceu ao barman Francisco Aristeu do
Monte, 29, que "soube do fim da greve dos bancários" e resolveu
comparecer à agência da Caixa Econômica Federal da Praça do Ferreira
para receber o PIS.
Fechada desde o início da greve, desta vez,
aquela agência teve as portas abertas e o acesso aos caixas eletrônicos
liberados. Dentro dela, um grupo com cerca de sete funcionários
permanecia até 10h, quando bancários do movimento grevista entraram e,
momentos depois, levaram-nos para outro espaço. Os grevistas não
quiseram falar com a reportagem.
Já nas agências dos bancos
privados, a história foi diferente. O baterista Osmar Silva, 22, e o
aposentado Nelson Moura, 66, disseram ter "ouvido no rádio que a greve
tinha acabado" e resolveram arriscar.
Enquanto os bancos
Bradesco, Itaú, HSBC e Santander do Centro da cidade tinham suas rotinas
de trabalho retomadas, algumas agências dos mesmos bancos da Avenida
Santos Dumont permaneceram fechadas. Já Banco do Brasil, Caixa Econômica
Federal e Banco do Nordeste do Brasil tiveram todas as unidades com o
atendimento presencial ainda paralisado.
Fonte: Diario do Nordeste.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
SALÁRIOS DE VERREADORES DE URUOCA TEM REAJUSTE DE 120%
Poder legislativo
Uruoca Os vereadores deste Município passarão a receber a partir de 2013 subsídios no valor de R$ 6.012,71, de acordo com o projeto de lei Nº 001/2012, de 27 de agosto de 2012, aprovada na última semana. O valor representa reajuste de 120% nos vencimentos parlamentares.
Praça central do Município onde há críticas aos novos salários parlamentares Foto: Marcelo Cabral
De acordo com a presidente da Câmara, Maria Aldebiza Silveira Carneiro, o reajuste previsto para a próxima legislatura está dentro dos parâmetros estabelecidos pela Lei Orgânica do Município, sendo válida para o período de 2013 até 2016.
"Estamos de acordo com a lei do Município e dentro do que é permitido pela Constituição Federal. Mesmo com esse aumento, ainda não atingimos nosso teto salarial", afirmou.
Abusivo
O vereador Francisco Eudes Albuquerque, conhecido como Tiril, foi o único a votar contra o projeto de lei. Segundo ele, o aumento de mais de 100% nos subsídios é abusivo e absurdo. "Em 2011 demos um aumento salarial para os professores de cerca de 30%; esse ano, o aumento foi de cerca de 20%, totalizando algo entre 50% e 55%. Como podemos ter um aumento de quase 120%?", indagou.
Ele diz ainda que muitos moradores não ficaram de acordo com o índice, gerando um clima de animosidade na cidade.
O atual prefeito Manuel Fernandes Moreira Filho, mais conhecido como Manuel Conrado, afirmou que a taxa de aumento é absurda. "Sou completamente contra esse reajuste. O Município está passando por um momento difícil devido à seca, e aprovar esse novo subsídio é uma falta de respeito para com o cidadão", disse.
Manuel diz que repudia a decisão da Câmara, não tendo certeza se tais índices estão dentro do permitido por lei.
Uruoca conta hoje com nove vereadores e o projeto foi aprovado por seis votos a um. Desses, quatro tentam a reeleição, de acordo com o site do Tribunal Eleitoral do Ceará (TRE). A presidente da Câmara não vota e um dos vereadores estava ausente no dia da votação.
Parâmetros
De acordo com o promotor eleitoral da 24º Zona, Irapuã Dionísio Júnior, o aumento dos subsídios dos vereadores deve estar dentro dos parâmetros estabelecidos pela Lei Orgânica do Município. "Como exemplo, cito a cidade de Santana do Acaraú, onde a Lei Orgânica dispõe que o aumento dos vereadores e prefeitos deve ser feito usando o reajuste dos servidores públicos como parâmetro", explicou.
A promotora de Justiça, Terezinha Antônia de Albuquerque Gomes, responsável pela Comarca de Uruoca, solicitou à Câmara de Vereadores mais informações acerca da matéria legislativa que versou sobre o aumento. "Existem alguns casos de vedação dentro do parâmetro eleitoral. Caso sejam constatadas dentro desse projeto de lei, ele será encaminhado para o promotor eleitoral responsável pela zona, que deverá tomar as devidas providencias", explicou.
Indignação
Segundo Francisco das Chagas Junior, eleitor sobralense que trabalha em Uruoca, moradores estão indignados com a taxa de aumento. "Muitos servidores públicos municipais estão se sentindo roubados, pois o aumento correspondente a eles é mínimo em comparação ao cedido para os vereadores, que está acima dos 100%", disse.
"Fora isso, a cidade está pedindo por investimentos na limpeza das ruas e manutenção de prédios públicos. Esse dinheiro seria melhor aplicado se não fosse revestido para o bolso dos vereadores", disse um funcionário da Prefeitura, que preferiu não se identificar.
Segundo a presidente da Câmara, o projeto de lei obedece ao artigo 29 da Constituição Federal, que regula a fixação dos subsídios dos vereadores de Municípios que possuam entre dez mil e 50 mil habitantes no máximo de 30% dos subsídios dos deputados estaduais, observando-se a lei municipal. Além disso, o total não pode ultrapassar o montante de 5% da receita registrada no Município.
Legislação
De acordo com a Constituição, a Câmara não ultrapassará também 70% de sua receita com a folha de pagamento, incluindo o salário dos vereadores.
Aldebiza diz que esse é, legalmente, o único período que tal votação é permitida. "Isso se dá porque, devido às eleições, não se pode ter certeza de que os vereadores que votaram a favor do aumento serão os mesmos que irão recebê-lo", explicou.
A cidade conta hoje com dois candidatos à Prefeitura e 43 candidatos às vagas para vereador de acordo com TRE. Dos 12.894 moradores apontados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no censo de 2010, 11.224 são eleitores de acordo com o TRE.
JÉSSYCA RODRIGUESCOLABORADORA
Fonte: Diario do Nordeste (Caderno Regional)
Uruoca Os vereadores deste Município passarão a receber a partir de 2013 subsídios no valor de R$ 6.012,71, de acordo com o projeto de lei Nº 001/2012, de 27 de agosto de 2012, aprovada na última semana. O valor representa reajuste de 120% nos vencimentos parlamentares.
Praça central do Município onde há críticas aos novos salários parlamentares Foto: Marcelo Cabral
De acordo com a presidente da Câmara, Maria Aldebiza Silveira Carneiro, o reajuste previsto para a próxima legislatura está dentro dos parâmetros estabelecidos pela Lei Orgânica do Município, sendo válida para o período de 2013 até 2016.
"Estamos de acordo com a lei do Município e dentro do que é permitido pela Constituição Federal. Mesmo com esse aumento, ainda não atingimos nosso teto salarial", afirmou.
Abusivo
O vereador Francisco Eudes Albuquerque, conhecido como Tiril, foi o único a votar contra o projeto de lei. Segundo ele, o aumento de mais de 100% nos subsídios é abusivo e absurdo. "Em 2011 demos um aumento salarial para os professores de cerca de 30%; esse ano, o aumento foi de cerca de 20%, totalizando algo entre 50% e 55%. Como podemos ter um aumento de quase 120%?", indagou.
Ele diz ainda que muitos moradores não ficaram de acordo com o índice, gerando um clima de animosidade na cidade.
O atual prefeito Manuel Fernandes Moreira Filho, mais conhecido como Manuel Conrado, afirmou que a taxa de aumento é absurda. "Sou completamente contra esse reajuste. O Município está passando por um momento difícil devido à seca, e aprovar esse novo subsídio é uma falta de respeito para com o cidadão", disse.
Manuel diz que repudia a decisão da Câmara, não tendo certeza se tais índices estão dentro do permitido por lei.
Uruoca conta hoje com nove vereadores e o projeto foi aprovado por seis votos a um. Desses, quatro tentam a reeleição, de acordo com o site do Tribunal Eleitoral do Ceará (TRE). A presidente da Câmara não vota e um dos vereadores estava ausente no dia da votação.
Parâmetros
De acordo com o promotor eleitoral da 24º Zona, Irapuã Dionísio Júnior, o aumento dos subsídios dos vereadores deve estar dentro dos parâmetros estabelecidos pela Lei Orgânica do Município. "Como exemplo, cito a cidade de Santana do Acaraú, onde a Lei Orgânica dispõe que o aumento dos vereadores e prefeitos deve ser feito usando o reajuste dos servidores públicos como parâmetro", explicou.
A promotora de Justiça, Terezinha Antônia de Albuquerque Gomes, responsável pela Comarca de Uruoca, solicitou à Câmara de Vereadores mais informações acerca da matéria legislativa que versou sobre o aumento. "Existem alguns casos de vedação dentro do parâmetro eleitoral. Caso sejam constatadas dentro desse projeto de lei, ele será encaminhado para o promotor eleitoral responsável pela zona, que deverá tomar as devidas providencias", explicou.
Indignação
Segundo Francisco das Chagas Junior, eleitor sobralense que trabalha em Uruoca, moradores estão indignados com a taxa de aumento. "Muitos servidores públicos municipais estão se sentindo roubados, pois o aumento correspondente a eles é mínimo em comparação ao cedido para os vereadores, que está acima dos 100%", disse.
"Fora isso, a cidade está pedindo por investimentos na limpeza das ruas e manutenção de prédios públicos. Esse dinheiro seria melhor aplicado se não fosse revestido para o bolso dos vereadores", disse um funcionário da Prefeitura, que preferiu não se identificar.
Segundo a presidente da Câmara, o projeto de lei obedece ao artigo 29 da Constituição Federal, que regula a fixação dos subsídios dos vereadores de Municípios que possuam entre dez mil e 50 mil habitantes no máximo de 30% dos subsídios dos deputados estaduais, observando-se a lei municipal. Além disso, o total não pode ultrapassar o montante de 5% da receita registrada no Município.
Legislação
De acordo com a Constituição, a Câmara não ultrapassará também 70% de sua receita com a folha de pagamento, incluindo o salário dos vereadores.
Aldebiza diz que esse é, legalmente, o único período que tal votação é permitida. "Isso se dá porque, devido às eleições, não se pode ter certeza de que os vereadores que votaram a favor do aumento serão os mesmos que irão recebê-lo", explicou.
A cidade conta hoje com dois candidatos à Prefeitura e 43 candidatos às vagas para vereador de acordo com TRE. Dos 12.894 moradores apontados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no censo de 2010, 11.224 são eleitores de acordo com o TRE.
JÉSSYCA RODRIGUESCOLABORADORA
Fonte: Diario do Nordeste (Caderno Regional)
COM AUSENCIA DE PACHEO NETO, APEOC DE CHAVAL REALIZA ENTREVISTA COM APENAS UM CANDIDATO A PREFEITO
CANDIDATO ENVIOU UM PEDIDO DE DESCULPAS, QUE NÃO FOI ACEITO PELA COMISSÃO DO SINDICATO
A Comissão Municipal do Sindicato APEOC em Chaval realizou no último
sábado (22), no auditório da Câmara Municipal, entrevista com candidatos
a prefeito. Entretanto, apenas Dr. Ismael, candidato a prefeito pela
coligação "Chaval à caminho da mudança" compareceu ao evento. Pacheco
Neto, postulante pela coligação "Rumo novo com a força do povo", não
compareceu à entrevista, enviando apenas um pedido de desculpa por
escrito do não comparecimento no qual, o
mesmo justifica sua ausência alegando que no dia do evento já estava
envolvido em compromissos profissionais e que não poderia se ausentar,
abandonando, mesmo que por curto espaço de tempo. Dr. Ismael esteve
acompanhado de seus assessores (as) Jaquele Rocha e Dejalma Magalhães. O
Candidato fez sua apresentação a platéia, formada por servidores da
educação e convidados. O entrevistado fez suas colocações aos presentes,
respondendo às perguntas elaboradas pela Entidade e, em seguida,
manifestou-se quanto a pauta de reivindicações da categoria dos
trabalhadores em educação de Chaval. E, no final, fez suas considerações
agradecendo ao Sindicato pelo evento democrático que a Entidade
promoveu, assinou e entregou o documento contendo seus compromissos
assumidos. Estiveram ainda presentes na entrevista, o presidente da
APEOC de Barroquinha, Antonio Francisco, além do
representante da Comissão de Camocim, Neudson Carvalho. Sobre a ausência
de Pacheco Neto, a APEOC de Chaval publicou a seguinte nota em seu blog
"Lamentamos muito, o descaso que o candidato deu para a educação do
nosso município e aqui fica o nosso repúdio. Respeitamos as desculpas,
mas não compreendemos e não aceitamos, pois essas entrevistas passaram
por um processo de planejamento, ou seja, por etapas de organização e
todas essas etapas, foram socializadas e agendadas com os seus
assessores de campanha".
Fonte: Barroquinhanoticias
25/09/12
terça-feira, 25 de setembro de 2012
EM BARROQUINHA, CÂMARA DE VEREADORES APROVA CONTAS DE GOVERNO DA EX-PREFEITA ALINE VERAS
A Câmara Municipal de Barroquinha apresentou em sessão ordinária, realizada nesta segunda-feira (24), parecer prévio do TCM que orientava a aprovação das contas de gestão referentes à 2008, as últimas da gestão da ex-prefeita Aline veras, que faltavam ser aprovadas. A Sessão da Câmara foi suspensa por 10 minutos para que a Comissão de Finanças e Orçamento avaliasse o Parecer do TCM. A votação foi comandada pelo vereador Gleison Marinho de Oliveira, 1º Secretário da Casa, sendo realizada de forma secreta, conforme estabelece o Art. 197, III do Regimento Interno da Câmara. Em seguida, os vereadores se dirigiram um a um até uma urna (caixa) improvisada para que pudessem colocar a chapa e concluir seu voto.Mesmo sendo uma votação secreta ao chamar a vereadora da situação Meire Izquierdo Nóbrega, a Edil declarou que se abstinha de votar. Ao final da votação, fez-se a contagem dos votos, sendo 05( cinco) a favor do Parecer, 02(dois) contra e 02(dois) em branco. Como pode-se observar, um dos 06 vereadores da situação acompanhou o parecer do TCM, que tornou as contas de gestão da Ex-Prefeita aprovada, ficando assim todas contas aprovadas, do primeiro ao último ano de gestão. Nos últimos anos, diante do mar de corrupção que tomou conta dos órgão públicos, da irresponsabilidade de gestores que não prima pela lisura, transparência e insistem em lapidar o patrimônio público que gerenciam (Prefeituras e Câmaras), muitos se admiram quando um gestor alcança essa marca, sendo motivo de inveja para uns e vergonha para outros. Mas aquele ou aquela que conhece o dever do gestor público, sabe que esse feito não é motivo de orgulho, é um dever de quem se submete a gerenciar uma Secretaria, Câmara e Prefeitura Municipal. Que lições como essa se repitam no nosso município e contagiem todos os gestores do Brasil.
Sindicato APEOC realiza entrevista com os candidatos a prefeito de Barroquinha
A Comissão Municipal do
Sindicato APEOC de Barroquinha realizou domingo, 16 de setembro, uma entrevista
com os três candidatos que disputam as eleições municipais deste ano.
A entrevista é uma iniciativa
do Sindicato que já havia promovido em 2008 e este ano foi um sucesso
total. Teve presente ao evento os profissionais da educação, de outros setores e
convidados, como por exemplo, o a Professora Mocinha, representando o Sindicato
APEOC em Chaval e professor Neudson Carvalho, presidente da Comissão Municipal
do Sindicato APEOC em Camocim.
O Evento contou com a presença
da Policia Militar que compareceu ao
Centro Social Urbano-CSU,(local onde foram entrevistados os candidatos), mantendo
a segurança e a tranquilidade dde todos, de forma que não houve nenhum ato de ofensa contra a quem quer que seja e
nenhum enfretamentos das torcidas
ou de simpatizantes.
A pauta de reivindicação
apresentada foi formulada pelos profissionais da educação sob a coordenação da
Comissão Municipal da Entidade, onde apresentaram 33 itens de forma clara e objetiva, todos ligados à
educação, respondidos pelos candidatos que por ordem
de sorteio, teve como primeiro candidato a ser entrevistado Ademar Pinto Veras,
atual Prefeito e concorrendo a reeleição, segundo foi Francisco Alexandro
Cavalcante de Araújo e encerrando com a candidata a Prefeita Veraldina Veras da
Silva.
Quanto a reivindicação de não
transferir nenhum servidor sendo utilizada como instrumento perseguição
política, os três postulantes foram unânimes em afirmar sim integralmente. Então
para os profissionais da educação de Barroquinha já tem a garantia de que a
partir de 2013 não haverá mais perseguição, pois os candidatos assumiram este
compromisso com a categoria e se espera que o (a) eleito (a) cumpra o que foi
firmado na entrevista, que foi de alto nível, muito decente, sem qualquer
demonstração de simpatia ou desaprovação aos candidatos e muita imparcialidade por
parte dos presentes, mas com muito respeito e atenção às respostas de cada
entrevistado, testemunhando o posicionamento de cada candidato.
Em breve esta Entidade vai disponibilizar as pautas assinadas pelos candidatos.
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